"A
tristeza dói, a ausência cala, a verdade machuca e o amor suporta. O amor suporta tudo." (GM.)
"Lembre-se sempre do poder das palavras. Quem escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo."(SD)
sábado, 6 de outubro de 2012
"Nada dura pra sempre. Ao mesmo tempo em que alguns
ciclos são fechados, outros se abrem. E enquanto esse processo ocorre, muitas
coisas são perdidas, deixadas pra trás, são fechadas juntas ao ciclo que se
encerra e o “pra sempre” delas que permanecem em nós são apenas vagas memórias
e memórias." (GM.)
"Soltaram uma infinidade de balões ao céu. Pequenos balões;
milhares deles levaram consigo nomes e saudades de pessoas que já se foram.
Corro atrás deles como se fora criança, mas os vejo cada vez mais longe. Cabeça
erguida olho pro céu para que lagrimas não me caiam dos olhos." (Autor Desconhecido)
segunda-feira, 25 de junho de 2012
"Hoje me peguei pensando em você e resolvi te escrever. Lembrei do
começo, desde quando éramos apenas bons amigos e depois do que nós tornamos com
o passar do tempo e o que somos até hoje, MELHORES amigos. Acabamos com toda a rivalidade
que existia sobre amizades do sexo oposto, provando que é possível existir, e
como. Algumas pessoas não acreditavam como nós nos dávamos tão bem, e até se
perguntavam como era possível. Achavam que era interesse de ambas as partes,
ou fingimento, mas não, elas não sabem da metade de como nossa amizade é forte
e acima de tudo verdadeira. Mas estou aqui para dizer que me deu uma saudade de
você, na verdade essa já é uma saudade velha, que está encostada aqui há meses,
mais eu senti que hoje ela bateu mais forte e foi ai que decidi te escrever pra
dizer o que tenho sentido nesses últimos meses, mais antes eu queria te contar
algo engraçado, que se eu deixar para contar nas próximas linhas talvez esqueça.
Há algumas semanas atrás eu assisti aquele filme que você dizia que era
engraçado e que o nome era uma merda, mais você era apaixonado por ele, não
consigo me recordar o nome agora,de tão ruim que era, mais tenho certeza que
você vai lembrar na hora, pois então uns amigos meus me convidaram para ver um
filme e acabei topando, no decorrer do filme me lembrei que era este o filme e
ai me lembrei de quando você havia assistido ele pela primeira vez e veio
correndo me recomendar, me contou sobre o filme e as cenas que você havia
chorado de tanto rir e eu ali, parada, te ouvindo e rindo, porque pela forma
que você estava contando deveriam ser as cenas mais idiotas e não deveriam ter
a menor graça, mais vindo de você eu entendo, você sempre teve um péssimo mau
gosto. Mais enquanto assistia me lembrei
de cada cena que você havia comentado e em cada um delas eu era a ÚNICA que ria
entre os que estavam ali, não eram mesmo cenas engraçadas e na verdade eu não
estava rindo das cenas em si, ria porque realmente eram uma merda e idiotas,
assim como você, o filme era sua cara, sem dúvidas. De noite, quando me deitei
comecei a gargalhar, minha mãe entrou no quarto viu que não havia nada do que
rir ali e me perguntou se estava tudo bem.. É lógico que estava, eu estava
rindo de uma das coisas mais engraçadas, de você, que como sempre, me arranca um sorriso mesmo estando longe, mesmo sem saber. Mas, voltando ao
assunto principal, sobre o que mesmo eu estava falando? Eu sempre, fui assim,
lembro de uma coisa e esqueço de todo o resto. Você deve estar rindo de mim
agora, por ter esquecido o que estava falando. É, eu sou realmente aquela
menina tagarela que você dizia que tinha memória fraca, ta ai a prova disso,
tenho que concordar com você, sou assim até hoje. Ok, me lembrei, o que
precisava tanto te dizer e como poderia esquecer. Sabe, essa saudade que ando sentindo de você, chega a
me doer o peito, de tão apertado, mais eu acho que apesar disso, existe um lado
bom. Eu descobri o que ando sentindo, essa saudade, essas lembranças de nós
dois, essa vontade de querer estar perto... É, tem um nome, AMOR. É isso que
ando sentindo por você. Não sei se é o momento certo, nem a maneira certa de
dizer isso, mais é que não estava mais cabendo aqui dentro. Como eu fui tola,
de só perceber isso, agora depois de um ano, com toda essa distancia que nos
separa. Talvez eu não seja tão tola, talvez seja o tempo, talvez seja esse o
tempo, quem sabe?. Eu morro de saudade de você, morro de saudade das suas
palhaçadas, morro de saudade de poder te ver sorrir. E sabe, esse tempo aqui
longe de você..conheci tantas pessoas, fiz tantos amigos, tantos deles rirem, mais
NENHUM, nenhum mesmo, tem esse seu sorriso admirável, de quebrar as pernas, de
fazer qualquer pessoa ficar encantada por ele a ponto de tentar fazer de mil
maneiras você sorrir só para poder vê-lo estampado em seu rosto, é essa vontade
que eu tenho agora também..te fazer sorrir. É uma pena estar longe de você,
justo agora que eu descobri o que sinto, justo agora que consegui amadurecer
meus sentimentos. Mais eu prometo de reencontrar, eu preciso de você, preciso
de nós, das suas palhaças, das minhas, porque só você me faz ser essa menina
boba que sou. Nós somos mesmo palhaços, bobos, completamente bobos e
apaixonados."
"Mas se eu tivesse ficado, teria sido
diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim,
quando se sabe que doerá muito mais - por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa
jogada na cadeira, uma fotografia – qualquer coisa que depois de muito tempo a
gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja
áspero como um tempo perdido. Eu prefiro viver a ilusão do quase, quando estou
"quase" certa que desistindo naquele momento vou levar comigo uma
coisa bonita. Quando eu "quase" tenho certeza que insistir naquilo
vai me fazer sofrer, que insistir em algo ou alguém pode não terminar da melhor
maneira, que pode não ser do jeito que eu queria que fosse eu jogo tudo pro
alto, sem arrependimentos futuros! Eu prefiro viver com a incerteza
de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor.
Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!” (Caio Fernando Abreu)
domingo, 29 de abril de 2012
“A gente se perdeu. A gente se perde tanto. Acho melhor mudar a frase e dizer que você me perdeu. Porque eu, na verdade, nunca tive você. Mas não faço mais questão da gente. Já não tenho mais um pingo de vontade de insistir em nós. A nossa relação se resumiu a mensagens de textos. A esporádicas mensagens de texto. Se resumiu a 'bom dias' e 'boa noites' que você deve mandar pra metade dos teus contatos. Mas já não importa mais. Já não sinto mais a sua falta como antes. Ainda não descobri se isso é bom ou ruim. Mas só de não passar o dia inteiro pensando em você, em como você esta ou o que esta fazendo. É reconfortante. Eu tenho dormido mais cedo, sabia? Deixei de criar e imaginar situações para nós. Ei, não precisa correr atrás de mim agora. Não depois de ter lido esse texto. Não depois deu ter aprendido a ser feliz comigo mesmo.” (Querido John)
Assinar:
Postagens (Atom)



















